Deixa expulsar do peito
isso que não parece direito;
te amar.
Porque nem sempre
poderei ver o mar
nem nos teus olhos irei
me encontrar.
Talvez seja um sonho
quem sabe, aconteceu
Mas o que importa
é que você abra a porta
e saiba que sou eu.
Percorrer o mundo
falando do amor
ouvindo a dor.
O que realmente importa
é que não feche a porta
e me deixe entrar
E amanhã nada será
além dos teus olhos de mar.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Um entra e sai interminável
de pessoas trazendo a completude
dos momentos em que passam
juntos.
A dádiva de todos os presentes.
E quando alguém vai embora,
não deve-se deixar tempo para haver tristeza.
Absorvemos tudo.
Recordamos com paixão.
Coração em chamas funciona assim.
Entra e sai interminável de pessoas
que ensinam que não vale a pena amar
se não se deixar engolir pelo amor.
É pouco.
de pessoas trazendo a completude
dos momentos em que passam
juntos.
A dádiva de todos os presentes.
E quando alguém vai embora,
não deve-se deixar tempo para haver tristeza.
Absorvemos tudo.
Recordamos com paixão.
Coração em chamas funciona assim.
Entra e sai interminável de pessoas
que ensinam que não vale a pena amar
se não se deixar engolir pelo amor.
É pouco.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Livre.
Ele vai mais rápido que o vento.
Mais ligeiro que a flecha lançada.
Como um raio. Um cometa.
Talvez um marciano. Um astronauta.
Um tritão...
De fato. Voava. Não podia esperar.
Quando ficava, realmente estava ali.
Era uma eternidade, cada segundo.
E levantava-se para ir embora, sem pressa.
Um tchau/adeus/até logo.
Ele vai embora. Em breve ainda mais longe.
E não tem nada que prenda, nada que faça
ficar. Porque está sempre de passagem, por
todo lugar.
Livre.
Admirável.
Inteligente.
Indomável.
Com todo o coração e alma, entrega-se.
Quando ele for embora de vez, lembrará
do que aprenderam/fizeram.
Em outros lugares, em todos eles,
haverão muitos outros.
As pessoas todas livres.
Elas, eles. Todos.
Sempre.
Mais ligeiro que a flecha lançada.
Como um raio. Um cometa.
Talvez um marciano. Um astronauta.
Um tritão...
De fato. Voava. Não podia esperar.
Quando ficava, realmente estava ali.
Era uma eternidade, cada segundo.
E levantava-se para ir embora, sem pressa.
Um tchau/adeus/até logo.
Ele vai embora. Em breve ainda mais longe.
E não tem nada que prenda, nada que faça
ficar. Porque está sempre de passagem, por
todo lugar.
Livre.
Admirável.
Inteligente.
Indomável.
Com todo o coração e alma, entrega-se.
Quando ele for embora de vez, lembrará
do que aprenderam/fizeram.
Em outros lugares, em todos eles,
haverão muitos outros.
As pessoas todas livres.
Elas, eles. Todos.
Sempre.
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