Segui o horizonte
cheguei logo
de fronte
aos teus olhos de bronze
Coração triunfante
de desejos gigantes
Um sonho distante
realizou-se num instante
Naveguei nesse mar
onde o barco, chegou
a voar
Lá no ar, bem no ar
Segui o horizonte
Com seus olhos
de bronze
logo de fronte
Naveguei nesse céu
onde as nuvens eram
como um véu
Meus sonhos...
teus lábios vermelhos
você no espelho
arrumando o cabelo
Naveguei nesse mar
onde o barco, chegou
a voar
Lá no ar, bem no ar
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
O que se espera...
O que se espera do tempo
desatino do destino
uma surpresa inimaginável.
O que se espera do amor
inigualável, incomparável.
Da saudade descabida
verdade sofrida
do ter e não ter.
O que se espera do dia
que será chegada a hora
de ouvir e ver o que será
do destino. Desatino.
Despindo-se de toda mágoa.
Deixando em águas passadas
aquilo que machucou.
Um novo começo...
O que se espera de um final
um começo melhor
um amor imortal.
desatino do destino
uma surpresa inimaginável.
O que se espera do amor
inigualável, incomparável.
Da saudade descabida
verdade sofrida
do ter e não ter.
O que se espera do dia
que será chegada a hora
de ouvir e ver o que será
do destino. Desatino.
Despindo-se de toda mágoa.
Deixando em águas passadas
aquilo que machucou.
Um novo começo...
O que se espera de um final
um começo melhor
um amor imortal.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
E fez-se o fim dos tempos, sem você aqui.
Sem teu riso, teu pranto e encanto.
Acabou-se tudo. Esvaíram-se até mesmo
os pássaros, o sol e também as pessoas
deste lugar.
Meus olhos já se cansaram de debulhar.
As lágrimas quase que me afogaram.
E fez-se o silêncio, sem você aqui.
Como se houvesse ido embora o som.
Como se nada mesmo estivesse comigo. Nada.
Eu então estava no nada.
Olhando para todos os lados.
Queria te encontrar como que por sorte.
Mero acaso ou destino.
E fez-se o adeus.
As luzes se apagaram no nada.
Meus olhos cessaram, e eu,
sucumbi.
Sem teu riso, teu pranto e encanto.
Acabou-se tudo. Esvaíram-se até mesmo
os pássaros, o sol e também as pessoas
deste lugar.
Meus olhos já se cansaram de debulhar.
As lágrimas quase que me afogaram.
E fez-se o silêncio, sem você aqui.
Como se houvesse ido embora o som.
Como se nada mesmo estivesse comigo. Nada.
Eu então estava no nada.
Olhando para todos os lados.
Queria te encontrar como que por sorte.
Mero acaso ou destino.
E fez-se o adeus.
As luzes se apagaram no nada.
Meus olhos cessaram, e eu,
sucumbi.
Deixa expulsar do peito
isso que não parece direito;
te amar.
Porque nem sempre
poderei ver o mar
nem nos teus olhos irei
me encontrar.
Talvez seja um sonho
quem sabe, aconteceu
Mas o que importa
é que você abra a porta
e saiba que sou eu.
Percorrer o mundo
falando do amor
ouvindo a dor.
O que realmente importa
é que não feche a porta
e me deixe entrar
E amanhã nada será
além dos teus olhos de mar.
isso que não parece direito;
te amar.
Porque nem sempre
poderei ver o mar
nem nos teus olhos irei
me encontrar.
Talvez seja um sonho
quem sabe, aconteceu
Mas o que importa
é que você abra a porta
e saiba que sou eu.
Percorrer o mundo
falando do amor
ouvindo a dor.
O que realmente importa
é que não feche a porta
e me deixe entrar
E amanhã nada será
além dos teus olhos de mar.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Um entra e sai interminável
de pessoas trazendo a completude
dos momentos em que passam
juntos.
A dádiva de todos os presentes.
E quando alguém vai embora,
não deve-se deixar tempo para haver tristeza.
Absorvemos tudo.
Recordamos com paixão.
Coração em chamas funciona assim.
Entra e sai interminável de pessoas
que ensinam que não vale a pena amar
se não se deixar engolir pelo amor.
É pouco.
de pessoas trazendo a completude
dos momentos em que passam
juntos.
A dádiva de todos os presentes.
E quando alguém vai embora,
não deve-se deixar tempo para haver tristeza.
Absorvemos tudo.
Recordamos com paixão.
Coração em chamas funciona assim.
Entra e sai interminável de pessoas
que ensinam que não vale a pena amar
se não se deixar engolir pelo amor.
É pouco.
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